A Declaração Universal dos Direitos Humanos, segundo a Profecia, prossegue com seu esclarecimento. Já consideramos as duas primeiras questões, a saber: o direito à vida, e a segunda, que me é mais cara, o amor; chegamos agora ao terceiro direito fundamental que, combinado com os outros dois, representa os três aspectos mais importantes da existência, como mencionado acima: Vida, Amor e Morte... que a todos deve ser concedido, após certa idade, o direito inalienável de morrer, especialmente no caso de uma pessoa em fase terminal que sofre de grande dor física.
O quarto tema que abordarei neste contexto é a Busca pela Verdade (Procura da verdade).
Reafirmo o terceiro direito fundamental. Quando uma pessoa se sente confinada por tempo suficiente e apresenta patologias terminais graves, não desejando mais viver desnecessariamente em sofrimento; quando sabe que seu futuro se resume a um dia de sofrimento vazio para si e para os outros, tem o direito de deixar este corpo: este é o seu direito fundamental.
A vida pertence ao indivíduo e não a uma política hospitalar que a considera uma despesa inútil, onde os únicos beneficiados são os políticos e as empresas farmacêuticas.
Ninguém, eu digo ninguém, deveria evitar a morte se não quiser mais continuar sofrendo em uma cama com torturas indescritíveis causadas por medicamentos, drogas experimentais ou outros danos a um corpo já debilitado.